Fisioterapia oncológica

O tratamento oncológico traz impactos que vão muito além da doença.
Quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia podem provocar dores, edemas, limitações funcionais, alterações pélvicas e mudanças importantes na qualidade de vida da mulher.
A fisioterapia oncológica atua justamente nesse cuidado integral, oferecendo suporte ao corpo durante o tratamento e também no processo de recuperação.
Ela ajuda a aliviar dores, reduzir inchaços, melhorar a mobilidade, preservar funções corporais e devolver mais conforto e autonomia.
Cada corpo reage de uma forma.
Por isso, o acompanhamento fisioterapêutico precisa ser individualizado, respeitoso e atento às necessidades físicas e emocionais de cada paciente.
Cuidar do corpo nesse momento é também cuidar da dignidade, do bem-estar e da qualidade de vida.

Câncer de mama
Avaliação pré operatória visando os seguintes objetivos:
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Avaliação da capacidade respiratória
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Avaliação da função do membro superior homolateral a cirurgia
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Avaliar comorbidades
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Orientações
Tratamento pós operatório visando os seguintes objetivos:
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Recuperação funcional
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Prevenção de complicações
Como?
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Orientação quanto aos cuidados com o braço
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Presença de edema – drenagem linfática manual
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Mobilização de tecidos - prevenção de fibroses e aderências
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Exercícios até 90 ° de amplitude - até a retirada dos pontos
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Exercícios de mobilidade - coluna torácica, ombro e braço
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Exercícios de ganho de força muscular
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Exercícios respiratórios
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Exercícios posturais
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Laser para controle da dor, cicatrização
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Orientações quanto ao retorno gradativo às atividade diárias
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Terapia descongestiva complexa para Linfedema - Drenagem manual e enfaixamento compressivo

Câncer ginecológico e pélvico
Reabilitação pós cirúgica de cânceres de ovário, útero, bexiga e reto, vagina e vulva.
Tratamento pós operatório visando os seguintes objetivos:
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Controle da dor aguda no pós operatório
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Prevenção de complicações
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Prevenção das disfunções do assoalho pélvico (incontinências e urgências urinárias e fecais, dor na relação sexual, dor pélvica crônica, infecções de repetição, etc.)
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Prevenção da atrofia vaginal
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Retorno às atividades funcionais
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Retorno gradativo à atividade física
Como?
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Terapia manual para diminuir aderências e fibroses
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Relaxamento e, posteriormente, fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico
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Exercícios de mobilidade lombopélvica
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Exercícios de estabilização abdominal
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Exercícios respiratórios
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Drenagem linfática caso haja edema
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Terapia descongestiva complexa para Linfedema (Drenagem manual e enfaixamento compressivo
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Uso de recursos fisioterápicos - Biofeedback, eletroterapia, laser
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Orientações quanto ao uso de acessórios como dilatadores vaginais e vibradores.
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Retorno gradual às atividades diárias
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Orientação quanto ao retorno da atividade física.
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